Bobo preconceito

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Bobo preconceito

Mensagem  Maria Do Carmo Birá em Sex Dez 10, 2010 4:27 pm



Os primeiros registros de educação a distância (EAD) no país datam de 1994. Os cursos de graduação e pós, no entanto, só foram legalizados em 2000. Até então, as opções disponíveis se restringiam ao ensino informal ou profissionalizante (uma limitação que acentuou o preconceito contra a modalidade).

Historicamente, a EAD sempre foi sinônimo de ensino de segunda categoria.
Qualquer pessoa está apta a estudar a distância. O problema , é a ideia de que esse tipo de curso pode ser mais fácil do que o tradicional. Muita gente se matricula pensando que vai ter menos trabalho. Mas a flexibilização de horários não significa a não-disponibilização de horários. Ou seja: em algum momento, o aluno terá de reservar um tempo para se dedicar aos estudos. E não adianta deixar tudo para a última hora, como é de praxe na nossa cultura. No ensino presencial, você até pode improvisar, mesmo isso não sendo correto. A EAD, no entanto, não aceita improviso, porque depende totalmente do aluno.

As fronteiras entre o ensino "real" e o "virtual" não fazem mais sentido. Pelo contrário: está em curso, no mundo inteiro, um processo de hibridização da educação. Inclusive no Brasil, onde a legislação já permite que os cursos superiores presenciais realizem 20% de suas atividades a distância. Só o fato de você criar um grupo de discussão na internet com a sua turma, ou então mandar trabalhos por e-mail para o professor, é a prova de que essa é uma tendência irreversível.



Maria Do Carmo Birá

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